CAMPOLIDE COM SENTIDO

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Lisboa com Sentido

Lisboa com Sentido

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terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Moradores de Campolide ainda querem apanhar o eléctrico 24 - notícia Jornal Destak

O percurso do eléctrico 24 foi extinto em Agosto de 1996, altura em que se iniciou a construção do parque de estacionamento subterrâneo no Alto de Campolide, mas com a promessa, por parte da Carris e da autarquia, de que a carreira iria ser resposta dois anos depois, o que não aconteceu.

Para os moradores de Campolide a importância do 24 prende-se com o turismo, o factor económico e a possível desertificação do bairro.

Ao Destak, os moradores dizem reconhecer um menor fluxo populacional, que afecta, sobretudo, o comércio. Luís Vale, da Carris, explica ao Destak que a extinção do 24 se deveu, na altura, a uma lógica de remodelação da rede de eléctricos, e admitiu que a Carris, juntamente com a Câmara de Lisboa e o Instituto de Mobilidade e Transportes (IMTT), está a analisar todas as possibilidades e intervenções na zona.

«Desde que cancelamos a carreira 24, muita coisa mudou. Hoje, para ser possível a sua reposição, há muita coisa a fazer, porque a própria Lisboa também já não é a mesma de há dez anos para cá.»

Para o eléctrico 24 continuar a passar por Campolide «há muito investimento a fazer, a nível de carris, por exemplo.»

Luís Vale garante que os habitantes daquela zona estão muito bem servidos a nível de transportes. «Há muitos autocarros que substituem o 24», afirma.

A carreira número 24 fazia a ligação entre o Cais do Sodré, Carmo, Príncipe Real, Rato, Amoreiras e Campolide.

segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Campolide com sentido

O Blogue Campolide com Sentido já está activo em "http://campolide.blogs.sapo.pt/"

quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Video - Intervenção Manuela Ferreira Leite em Évora

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Pedro Santana Lopes - Lisboa com Sentido

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segunda-feira, 29 de Junho de 2009



Arranque da campanha em Lisboa
Dia 1 de Julho pelas 19h no Jardim do Arco Cego.

segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Extracto da ACTA DA ASSEMBLEIA GERAL do Núcleo do PSD de CAMPOLIDE

Aos sete dias do mês de Maio de dois mil e nove pelas 21.30h reuniu no Hotel Íbis sito na Avenida José Malhoa em Lisboa, a Assembleia-geral do Núcleo do Partido Social Democrata em Campolide.


A presente reunião foi presidida pelo Presidente do Núcleo do PSD de Campolide.


A presente Assembleia foi convocada com a seguinte ordem de trabalhos:
1- Análise da actividade desenvolvida pela Assembleia de Freguesia e pelo executivo da Junta de Freguesia, bem como dos autarcas do PSD, nesses órgãos, no presente mandato.
2 – Ratificação do nome para encabeçar a lista de coligação a integrar pelo PSD candidata à Assembleia de Freguesia de Campolide.
3- Aprovação do perfil dos restantes candidatos do PSD à Assembleia de Freguesia.

Em análise do ponto um, foi dada a palavra ao Dr.º Jorge Santos que no seu uso elaborou uma análise descritiva do seu mandato enquanto autarca e titular do órgão de Presidência da Junta de Freguesia de Campolide. O militante e deputado da Assembleia de Freguesia Nelson Coelho, deu conta aos presentes do trabalho político desenvolvido neste órgão. Por unanimidade concordaram todos os presentes que a actividade da Junta da Freguesia de Campolide, e de resto da Senhora Presidente da Assembleia de Freguesia, bem como os deputados da respectiva Assembleia e demais titulares dos órgãos do Executivo eleitos nas listas do PSD, tem sido muito favorável eficaz nomeadamente na salvaguarda dos interesses da população local. Pelo Presidente do Núcleo foi feito um louvor público ao desempenho de actividade do Senhor Presidente da Junta de Freguesia e demais titulares dos restantes órgãos da Junta.

Sequencialmente entrando na discussão do ponto dois e três da ordem de trabalhos, foi referido pelo Presidente de Núcleo que nos termos estatutários compete à Comissão Política de Núcleo dar parecer sob a proposta a elaborar pela Comissão Política de Secção sobre a composição da lista para as eleições locais. Existia alguma expectativa se a esta data a Comissão Política de Núcleo, face à proximidade das eleições autárquicas, estaria já informada pela Comissão política de Secção sobre o seu projecto para composição da referida lista, facto que a não ter sucedido por múltiplos factores, que foram debatidos, para já esta Assembleia não pode exorbitar essa competência e ratificar o elemento que deve encabeçar a referida lista nem escolher a composição dos restantes elementos, pelo que a análise do ponto de vista dois e três deve ser interpretada dentro de uma análise política abrangente da actuação dos actuais membros dos órgãos da Junta de Freguesia, o que foi imediatamente realizado por todos os presentes. Neste ponto, foi proposto pelo Presidente de Núcleo, que a respectiva Assembleia mandatasse os membros da Comissão política de Núcleo para, logo que fosse conhecida a proposta da Comissão Política de Secção sobre os elementos que comporiam a lista do PSD para eleições à Junta de Freguesia de Campolide, os respectivos membros estariam habilitados, em face do mandato a conferir, para dar parecer sobre a respectiva composição de acordo com o seu melhor juízo e análise da proposta. Posta à votação esta deliberação foi aprovada por unanimidade.

Concluída a discussão em torno dos pontos de ordem dos trabalhos pelas, 22.30 foi encerrada a reunião.

Nada mais havendo a tratar foi a sessão encerrada, tendo sido lavrada a presente acta, que depois de lida vai ser assinada pelo Presidente do Núcleo do PSD de Campolide.

terça-feira, 5 de Maio de 2009

Convocatória publicado no Jornal Povo Livre de 29 de Abril de 2009:

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais do PSD, convoca-se a Assembleia do Núcleo
de Campolide, para reunir no próximo dia 07 de Maio de 2009, (quinta-feira)pelas 20h30 no Hotel Ibis, sito na Av. José Malhoa, com a seguinte,
Ordem de Trabalhos
1- Análise da actividade desenvolvida pela Assembleia de Freguesia e pelo executivo da Junta de Freguesia, bem como dos autarcas do PSD, nesses órgãos, no
presente mandato.
2 – Ratificação do nome para encabeçar a lista de coligação a integrar pelo PSD candidata à Assembleia de Freguesia de Campolide.
3- Aprovação do perfil dos restantes candidatos do PSD à Assembleia de Freguesia.

sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Igreja de Campolide - o desinteresse do Estado

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Igreja de Campolide - "Estado quer vender igreja "a cair de podre"" - notícia Público

O Ministério das Finanças propôs à paróquia de Campolide a venda, por mais de um milhão de euros, da Igreja de Santo António, um imóvel de interesse público que é propriedade do Estado há quase cem anos e está em avançado estado de degradação. O pároco acha o valor "completamente absurdo" e o presidente da junta considera a proposta "uma ofensa".

O padre João Nogueira conta que em Novembro de 2007 foi enviada para o ministério uma carta solicitando a criação de uma comissão que avaliasse o imóvel, para que este pudesse ser adquirido pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e Senhor Jesus dos Paços "por um preço simbólico". A resposta chegou mais de um ano depois, num ofício em que o Estado informa que o valor de alienação do imóvel, "incluindo os respectivos anexos, adro e logradouro", é de 1,26 milhões de euros.

Nesse ofício da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças diz-se que a avaliação se baseia no "valor do terreno, adicionado do valor das edificações, depreciadas em função do estado de conservação e período de vida útil estimado, incluindo as benfeitorias e trabalhos ornamentais existentes".

"Para nós é completamente absurdo. Ficámos estupefactos", comenta o pároco, salientando que o valor proposto nada tem de simbólico. João Nogueira garante que a irmandade não tem qualquer hipótese de pagar o montante pedido pelo Estado e lembra que se porventura encontrasse um mecenas que financiasse a aquisição seria ainda necessário encontrar quem pagasse as obras necessárias à sua recuperação.

Já o presidente da Junta de Freguesia de Campolide classifica a proposta do Ministério das Finanças como "uma ofensa". Jorge Santos sublinha que o Estado "tomou posse da Igreja ilegalmente", em 1910, aquando da implantação da República, pelo que agora devia promover a sua "devolução aos legais proprietários".

O autarca, eleito pelo PSD, lembra que o imóvel "está a cair de podre", tendo inclusivamente o acesso a algumas zonas interiores sido vedado por razões de segurança. A junta prepara-se para interpor, provavelmente depois do Verão, uma acção no tribunal administrativo contra o Ministério das Finanças por incumprimento da legislação que regula as bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural.

A Lei 107/01 estabelece que "os proprietários, possuidores e demais titulares de direitos reais sobre bens que tenham sido classificados ou inventariados" têm o dever de "conservar, cuidar e proteger devidamente o bem, de forma a assegurar a sua integridade e a evitar a sua perda, destruição ou deterioração". Jorge Santos sublinha que tal não foi feito e exige que "o edifício seja posto em condições de poder ser usado sem cair o tecto em cima dos paroquianos" que o frequentam.

Também o provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, constatou, em 2006, o "avançado estado de degradação do imóvel e da área envolvente", alertando para uma "infiltração grave de águas pluviais", "elevados riscos de incêndio" e "condições de estabilidade muito duvidosas".

O padre João Nogueira confirma a existência destes problemas e avisa que a situação se agravou no último Outono, quando uma enxurrada, em Outubro, "destruiu metade do tecto da sacristia" e "estragou alguns livros litúrgicos e paramentos".

O pároco da Igreja Paroquial de Santo António de Campolide diz que ainda está "em estado de choque" com o montante que lhe foi pedido pela aquisição da igreja e acrescenta que o ofício do Ministério das Finanças só terá resposta quando recuperar da surpresa que lhe provocou.

Apelos em vão
Classificada como imóvel de interesse público desde 1993 e descrita como um "harmonioso exemplo da arquitectura revivalista da época de tipologia neo-romântica", a igreja, anexa ao antigo quartel em que funciona a Faculdade de Economia da Universidade Nova, está há anos "a cair aos bocados". A paróquia tem--se desdobrado em apelos para travar a ruína do templo novecentista, tendo até colocado uma faixa lembrando que o imóvel está classificado e é propriedade do Estado, mas até agora os resultados foram nulos. "O Estado nunca fez nenhum melhoramento e nunca comparticipou obras", acusa o padre João Nogueira.
Estado quer vender igreja "a cair de podre"
(2009-04-02; Fonte: Público; Autor: Inês Boaventura)

domingo, 22 de Março de 2009

sexta-feira, 20 de Março de 2009

Lisboa com sentido


segunda-feira, 2 de Março de 2009

Noticia Jornal Público - Junta de Freguesia de Campolide reclama palácio e ameaça processar Câmara de Lisboa




O presidente da Junta de Campolide, o social-democrata Jorge Santos, ameaça processar a Câmara de Lisboa, que acusa de ter entregue a uma associação cultural ligada ao teatro um palacete na sua freguesia que lhe havia prometido a ele, para viabilizar a criação de um berçário e de um centro de dia.

Jorge Santos conta que a junta pagou obras da competência da câmara na Escola Querubim Lapa, no valor de 186 mil euros, em troca da cedência do Palácio Laguares, onde tinha funcionado outro estabelecimento de ensino. Só que o acordo não foi passado a escrito, admite o autarca. "Na reunião de câmara descentralizada do início de Novembro, no Teatro Aberto, a vereadora da Cultura e Educação, Rosalia Vargas, com quem as coisas tinham ficado combinadas, disse-me que eu ia ficar muito contente, pois ia colocar no palacete um equipamento cultural. Respondi-lhe: 'Está boa da cabeça? Equipamentos culturais na freguesia já temos vários - como este teatro e a Comuna'". A seguir, pediu os 186 mil euros de volta. "Ela nem se dignou a responder-me", prossegue.

Não desistiu. Como deputado municipal, conseguiu fazer aprovar na Assembleia Municipal de Lisboa, onde os sociais-democratas têm maioria, uma moção no sentido de o imóvel ser entregue à junta. O documento refere que "os preços praticados por berçários privados em Campolide e freguesias limítrofes são acima do salário mínimo" e que "as listas de espera nos berçários em Campolide ascendem a 800 crianças".

Não que o palacete, que fica na Rua do Professor Sousa Câmara, se destinasse ao berçário: o objectivo de Jorge Santos é mudar para lá a sede da junta, actualmente situada na Rua de Campolide, libertando o espaço para berçário neste último edifício. Já o centro de dia ficaria no imóvel camarário. Mas, anteontem, os vereadores da câmara votaram favoravelmente a sua entrega até 2018 à Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, por ela ser "uma das mais prestigiadas associações culturais de Lisboa", desenvolvendo actividades não só teatrais, mas também "na música, literatura, artes plásticas, cinema e dança". Até os vereadores do PSD aprovaram.

Jorge Santos é que não se conforma e dispara em todas as direcções: "Os vereadores do meu partido já há muito que andam distraídos. Não é a primeira vez que votam contra os interesses de Campolide". Quanto a Rosalia Vargas, a indignação do autarca é mais que muita: "Agiu de total má-fé, ao fazer-me pagar as obras na escola quando já sabia que não ia entregar o palacete à freguesia. É de uma incompetência política tremenda. Só tem feito disparates, e desta vez vitimizou-me a mim e aos 24 mil habitantes de Campolide".

O autarca ainda vai tentar que o assunto passe outra vez pela assembleia municipal para fazer recuar o processo. Já percebeu, no entanto, que essa não é a intenção dos socialistas que governam a câmara. O PÚBLICO tentou falar com a vereadora Rosalia Vargas, mas sem sucesso.

sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Jantar "Mês da Freguesia" Campolide

Tendo por base a iniciativa "O Mês da Freguesia" da Secção D do PSD, em Dezembro será dedicado a Campolide. Deste modo, está agendado um jantar para o decorrer da próxima terça feira dia 23 de Dezembro, pelas 20.30h, no Restaurante Valenciana, com o apoio do Núcleo de Campolide do PSD. Assim, a comparência de todos é essencial, pelo que solicita o PSD de Campolide a presença de todos.

PSD Campolide

Mensagem de Boas Festas

O PSD de Campolide deseja a todos os companheiros e amigos os votos de um feliz Natal e um excelente ano de 2009

PSD CAMPOLIDE

segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Convocatória Jornal “Povo Livre” datado do dia 3 de Dezembro de 2008

Convocatória Jornal “Povo Livre” datado do dia 3 de Dezembro de 2008

CAMPOLIDE
NÚCLEO / LISBOA
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais do PSD, convoca-se os Militantes do Núcleo de Campolide, para reunir no próximo dia 9 de Janeiro de 2009, (sexta-feira) pelas 12h00, na Sede da Secção D, sita na Rua Luciano Cordeiro, n.º 116 – 2.º Esq, com a
seguinte Ordem de trabalhos: Ponto único - Eleição da Comissão Política do Núcleo de Campolide. Nota:
As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Comissão Política de Secção ou a quem estatutariamente o substitua até às 24H00 do terceiro dia anterior ao acto eleitoral. As urnas estarão abertas entre as 12H00 e as 22H30.

quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Notícia CM - Campolide é uma das freguesias com habitações da CML em pior estado


06 Novembro 2008 - 00h30

Relatório: Património disperso da câmara municipal de Lisboa
76 prédios em risco de ruir
Com o Inverno a bater à porta, os lisboetas residentes nos fogos de património disperso da autarquia têm motivos com que se preocupar: há 76 prédios em risco de ruir e 1965 apartamentos em mau e em muito mau estado de conservação. Os números constam de um relatório da Direcção Municipal de Habitação elaborado em Abril de 2007 com base em vistorias técnicas.


Constituído por 1139 edifícios, o correspondente a 3246 fracções, o património disperso da Câmara de Lisboa encontra-se preso por arames. Segundo o relatório que o Correio da Manhã consultou, 27 edifícios camarários estão em situação de risco muito elevado de ruir e 49 em risco elevado. O que perfaz um total de 76. Destes edifícios, 53 estão ocupados ou parcialmente desabitados. À data do documento, apenas dois prédios estavam em obras.

O mesmo relatório indica que o património disperso do município contabiliza 428 edifícios, que integram 1965 apartamentos, em mau e em muito mau estado. Socorro, Campolide, Ajuda, Graça e Lumiar são as freguesias que reúnem o maior número de fogos com reduzida conservação.

"Trata-se assim de um património envelhecido e degradado, com alguns edifícios em eventual risco de ruína", lê-se no documento da Direcção Municipal de Habitação. Dos edifícios que integram o património disperso da Câmara, 83,9 por cento tem mais de 50 anos. O valor médio das rendas é de 35,48 euros.

A vereadora Helena Roseta, dos Cidadãos por Lisboa, actualmente responsável pela elaboração de um plano local de habitação para a cidade, comentou estes números: "Para ser senhoria, a Câmara de Lisboa tem de ter autoridade moral."(...) "

veja a notícia em : href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=D62B99DF-35FC-4D32-8808-B67191FF3273&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090">

terça-feira, 30 de Setembro de 2008

Notícia RTP - PSD exige que sejam retirados os pelouros à vereadora da Habitação


Lisboa: PSD exige que sejam retirados os pelouros à vereadora da Habitação
Lisboa, 29 Set (Lusa) - O vereador social-democrata na Câmara de Lisboa Fernando Negrão defendeu hoje a retirada dos pelouros à vereadora da Habitação, socialista Ana Sara Brito, que durante vinte anos morou numa casa atribuída pela autarquia.
"Para já, [Ana Sara Brito] não tem condições para continuar com a Habitação e Acção Social, e devem ser-lhe retirados os pelouros", disse Fernando Negrão em declarações à Agência Lusa.
Ana Sara Brito admitiu hoje em conferência de imprensa que em 1987 foi morar para uma casa atribuída pela autarquia, quando tinha o pelouro da Acção Social, frisando no entanto que a casa que ocupou não era habitação social.
A vereadora acrescentou que em 2007, quando passou a tutelar a Habitação e Acção Social na maioria presidida por António Costa, entregou a chave do imóvel, afirmando-se "de plena consciência".
Para Fernando Negrão, Ana Sara Brito perde legitimidade para ocupar o pelouro por lhe ter sido atribuída uma habitação camarária quando "tinha condições para comprar uma casa".
"No que respeita ao património da Câmara, os fogos para habitação não podem ser divididos entre sociais e não sociais, a atribuição de casas deve ser sempre da área social", defendeu Fernando Negrão.
"É inadmissível que a um vereador seja dada casa da Câmara, quando centenas de famílias pedem diariamente casas, e com justificação, e a autarquia recusa a maior parte desses pedidos", acrescentou.
Na conferência de imprensa realizada hoje, Ana Sara Brito sublinhou ter a "confiança política e confiança pessoal" do presidente da Câmara, António Costa, e que apenas prestará "contas" à população que a elegeu no final do mandato.
APN/ACL.

quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Notícia Correio da Manhã, Lisboa: Também no centro da cidade faltam carros-patrulha, incluindo em Campolide


Revisões a carros ameaçam parar PSP
A falta de manutenção dos carros da PSP ameaça parar mais viaturas. Depois de Carnaxide, que ontem continuava sem carro-patrulha, o CM apurou que na área de Lisboa há pelo menos 34 carros fora de circulação. Só na 1ª Divisão há dez viaturas paradas, e na 2ª Divisão o número chega às 18.
"Há uma semana que o carro--patrulha da esquadra do Bairro da Boavista está parado por falta demanutenção", garante fonte policial. Ontem estavam dois agentes de serviço naquele posto que, caso tivessem de se deslocar a ocorrências, teriam de ir a pé. Os "serviços mínimos" têm sido garantidos por "um carro satélite da 3ª Divisão", com responsabilidades numa área que vai de Benfica até Campolide, passando pelo Rêgo e Musgueira.
Na esquadra do Bairro Alto, no centro da cidade, "dos sete Volkswagen Polo ao serviço, apenas um está a rodar", adiantou outra fonte policial ao CM.
Ao mesmo tempo que os carros começam a ‘encostar’ por falta de revisões ou peças, as oficinas que, até agora, faziam a manutenção dos veículos já recusam as viaturas.
O CM sabe que ontem de manhã, um Skoda, que estava nas Oficinas da PSP em Alfragide e foi enviado para um concessionário, voltou para trás, alegadamente porque "a dívida já chega à dezena de milhares de euros". O concessionário, através de um responsável do serviço pós-venda, confirmou a recusa, adiantando que tal se deve "a um problema de garantias". Admitiu que a dívida da PSP existe,masestáenquadrada "numa conta corrente cujo pagamento pode ser feito até 60 dias". Noutro concessionário, onde estão parados 12 veículos da PSP desde o início de Agosto, a única resposta foi que "a PSP continua a ser um bom cliente".

sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

Notícia Jornal Sol - plano de Pormenor Campus de Campolide



Universidade Nova vai ter mais acessos e estação de metro
A ampliação do campus da Universidade Nova de Lisboa, em Campolide deverá implicar a construção de novos acessos e a colocação de uma estação de metro dedicada, revelou hoje o vereador do Urbanismo da autarquia lisboeta
Manuel Salgado afirmou que, nos termos de referência do plano de pormenor para a área, em fase de discussão pública, se prevê «aumentar os acessos ao campus, que neste momento é um local isolado», com a criação de novos acessos pela Miguel Torga.

O vereador do urbanismo da capital apontou os principais objectivos que o plano de pormenor deverá contemplar, como a ligação por corredor verde do alto do Parque Eduardo VII a Monsanto e o reordenamento dos terrenos actualmente ocupados pela Penitenciária de Lisboa.

O plano, cuja versão final deverá incorporar sugestões feitas durante o período de discussão pública, prevê ainda a criação de residências de apoio à Universidade.

A par dos termos para o plano de Campolide, Manuel Salgado apresentou ainda os termos para o plano da Avenida José Malhoa, que visam a requalificação do espaço público e a melhoria dos acessos.

Ana Alves Sousa, da comissão de moradores do Bairro Azul, manifestou «perplexidade» por o bairro ter sido retirado da área contemplada pelo plano de pormenor de Campolide, referindo a «perda de qualidade de vida» dos moradores desde a construção da avenida José Malhoa e da instalação de «equipamentos gigantescos» como o Corte Inglês e a sede do banco Santander.

Manuel Salgado afirmou perceber as preocupações dos moradores com o alargamento do campus universitário - que deverá aumentar de dois mil para sete mil alunos, com a construção de uma nova faculdade de Direito e a incorporação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), actualmente na avenida de Berna - mas argumentou que «não se podem tirar as coisas» de junto do Bairro, apenas «criar condições para que coisas funcionem melhor», o que poderá passar por limitar o acesso ao bairro apenas aos moradores.

O vereador frisou que apesar de zonas importantes, como a Praça de Espanha, terem ficado de fora dos planos de pormenor agora postos a discussão, terão «em breve» planos próprios, que estão em estudo.

O presidente do Conselho Científico da FCSH, António Marques, lembrou que o terreno que a faculdade ocupa agora está reservado para «estabelecimento público de educação», o que reduz a «margem financeira» que a faculdade possa obter na permuta com o proprietário do terreno em Campolide para onde pretende ir.

Salgado afirmou que o terreno terá que ser desafectado do seu uso actual, destinado a «estabelecimento público de educação» e lembrou que o terreno de Campolide para onde a faculdade deverá ir está comprometido «há mais de trinta anos» pela autarquia para a construção de um hotel com 40 mil metros quadrados.

O vereador ressalvou que a Câmara estuda onde poderá ceder ao proprietário do terreno de Campolide os mesmos metros quadrados para facilitar a permuta com o terreno actual da faculdade, mas não poderá garantir que a FCSH ganhe na permuta dinheiro suficiente para construir o novo edifício nem será a Câmara a co-financiá-lo.
Lusa / SOL

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